Já andei por todos os lugares procurando em cada som a voz, não consigo pois de longe escuto o estrondo da bala, algumas gramas de raiva viajando em alta velocidade, que infelizmente ela bate na parede e fica... fiquei sabendo que o ódio por essas bandas não gosta de vermelho e ela não quis manchar a decoração da nova sala que acabo de comprar na Insinuante, lembro que a vendedora de olhos verdes se insinuou pra mim, um sofá novo com apenas um lugar que sei que vou gastar, uma tv que passa sempre lagoa azul, uma mesa com mais de uma lugar e que estou a alugar os outros pra dividir um manguzá que não vou comer pois não curto manguzá... e se olhar bem tem bem lá ao fundo pode-se ver o buraco do disparo e de longe posso sentir nos ouvidos um acorde distante da sinfonia da pólvora enfurecida por todo preconceito sofrido... mais raiva disparada, mais marcas pra emassa no fim do ano... pois tenho visitas ilustres... todas as decepções e vitorias trocam presente com os pés no centro de vidro quebrado... Bem sóbrio o amor segura uma Cereser, mas não quer dividir o estourar de tampa batendo na lampada e nem a embriagues futura.
Voltando a bala, eu ignoro e volto a procurar aquele acorde que estava faltando nessa obra.. agora sinto um cheiro de queimado e vejo por instantes a terceira bala no ar... só que agora a bala quis tocar um violãozinho e mostrar que é capaz de acordar aquele acorde! enfim acho o que procurava, agradeço ao atirador raivoso ,pois sei que essa bala não era perdida! Enquanto volto a varrer o chão.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Conectados? Sim e mais.
Tinha prometido escrever duas vezes por semana, acho que superestimei a minha vontade de escrever... é como perceberam isso não aconteceu, mas vou tentar captar todas as boas(nem tanto) ideias que surgem até no observar de uma janela molhada dentro do ônibus... Eu pude ver que o mundo tende para baixo e somos nós os teimosos insistindo em erguer desafios todo santo dia, o próprio ato de levantar pela manhã já mostrar como o ser humano foi criado para testar as leis naturais da natureza... Gosto disso, gosto de ser um desafio para a ordem natural das coisas, gosto de pertencer a entropia moralista, dizer que o errado é certo e o certo tá longe de ser certo, gosto desse antagonismo de opiniões e gosto mais ainda de roubar todo movimento alheio e executa-lo em forma de letras e ideias ( em outras palavras: me inspirar ).
Sei que ao observar tudo a minha volta eu consigo ver o qual pequeno nós somos e o quão ligado nos estamos... com tudo! Alguns podem pensar que essa ligação seja apenas uma vertente filosófica de loucos que buscam se enquadra num organismo maior, mas eu digo que não! afetamos tudo a nossa volta, todas as ações geram reações e por mais diferente que sejam as mesma sempre surge de outro ser que não é fisicamente ligado a você, mas muito mais profundo que a relação interpessoal está o compartilhamento de duvidas que carregamos e não sabemos como. quem sabe pode está entranhado dentro do teu código genético... a duvida é instintiva e é essa duvida que nos liga mais ainda... pode ser biologicamente ou espiritualmente.. eu sinceramente não sei... essa questão poderia ser só minha, mas não é! isso é apenas mais uma prova que posso está certo. A ligação não é apenas com os outros parasitas da Terra, mas também com a própria matéria que nós cerca, destruindo ou não somos diretamente afetados com a fragilidade do nosso planeta, olhando de fora o simples movimentar de uma placa tectônica pode afetar toda uma nação e mais, não consigo nem imaginar o que a terra passou... o tempo pra ela é muito diferente do nosso e como estudante de geologia sei que cada ação da mesma é lenta mais é uma ação que influencia todos os seus hospedes.. isso me faz lembrar o quão relativa é a visão sobre o terceiro planeta. (procurarei explorar mais as minhas teorias. )
Tá ai.
Sei que ao observar tudo a minha volta eu consigo ver o qual pequeno nós somos e o quão ligado nos estamos... com tudo! Alguns podem pensar que essa ligação seja apenas uma vertente filosófica de loucos que buscam se enquadra num organismo maior, mas eu digo que não! afetamos tudo a nossa volta, todas as ações geram reações e por mais diferente que sejam as mesma sempre surge de outro ser que não é fisicamente ligado a você, mas muito mais profundo que a relação interpessoal está o compartilhamento de duvidas que carregamos e não sabemos como. quem sabe pode está entranhado dentro do teu código genético... a duvida é instintiva e é essa duvida que nos liga mais ainda... pode ser biologicamente ou espiritualmente.. eu sinceramente não sei... essa questão poderia ser só minha, mas não é! isso é apenas mais uma prova que posso está certo. A ligação não é apenas com os outros parasitas da Terra, mas também com a própria matéria que nós cerca, destruindo ou não somos diretamente afetados com a fragilidade do nosso planeta, olhando de fora o simples movimentar de uma placa tectônica pode afetar toda uma nação e mais, não consigo nem imaginar o que a terra passou... o tempo pra ela é muito diferente do nosso e como estudante de geologia sei que cada ação da mesma é lenta mais é uma ação que influencia todos os seus hospedes.. isso me faz lembrar o quão relativa é a visão sobre o terceiro planeta. (procurarei explorar mais as minhas teorias. )
Tá ai.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Cisne negro.
Quando falei que parei a contagem, muita gente veio perguntar oque aconteceu... achei lindo, pois realmente achei gente que lia meus textos... sério kkkk. Mas amigos que sentiam comigo cada letra digitada, me elevaram o pensamento e ajudaram a assentar as bases do novo blog. um dizendo que o nuvens marcou uma fase da vida, outro dizendo que vai continuar lendo pois sabe que sou eu que escrevo e um veio com o seu tom dizendo que sou o cara da poesia desorganizada, negra e revoltada com o curso da vida... me chamou de cisne negro... digo que de inicio não compreendi mas quando voltei os olhos para dentro pude ver que a desorganização mental é a chave pra organização verbal que tento transcrever em dígitos "psicodélicos"( como a minha mãe traduziu o nuvens ), pois é acho que dentro de todo esse Ballet verbal e sonoro eu fico distante do lado da protagonista mandando meus sofrimentos e sorrisos em forma de caractere, to aqui mas quero está ali próximo de onde o olho capta e palma bate.
Não sei como funciona todos os atos desse espetáculo, só sei que estou participando dela e respirando azul claro, vivendo na luz, andando na sombra com a careta sempre aberta para enfrentar as balas que brotam das cortinas vermelhas que se fecham devagar esperando o salto da poltrona, não me prendo em estofamento barato, só quero correr bater asas e fazer os últimos passos do ballet... em busca do tal.
Não sei como funciona todos os atos desse espetáculo, só sei que estou participando dela e respirando azul claro, vivendo na luz, andando na sombra com a careta sempre aberta para enfrentar as balas que brotam das cortinas vermelhas que se fecham devagar esperando o salto da poltrona, não me prendo em estofamento barato, só quero correr bater asas e fazer os últimos passos do ballet... em busca do tal.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Psssssss.
É... escrevia num blog legal onde publicava as minhas ideias, forçando um pouco, o sentimentalismo que habita em mim... mas depois de escultar o silencio dentro da cabeça eu pude perceber que todo sentimento queria gritar e o som resvalava no dedo e saia apenas alguns sussurros espremidos pelo moralismo acumulado por falta de vontade.. pois é agora to desentupindo todos os vasos pensantes e jogando esse chorume na lata chamada memória, para assim construir novos monumentos transportadores de mim mesmo pra mais adentro do próprio ser que sou...
Então é no meio de toda essa esfinge eu vou caçando dento de mim todas as zuadas alheias que perturbam a ordem egoísta que guardo e sigo. meu vei... não tem dentada de tubarão, encarada de ladrão que me faça parar e é com toda essa unha que vou marca-lo e prender todo vestígio de fuga sonora, pois gosto de pensar no silencio cantado, vários poemas ritmados quero ouvir, nada de zuada.. apenas a minha... ela é silenciosa.
Então é no meio de toda essa esfinge eu vou caçando dento de mim todas as zuadas alheias que perturbam a ordem egoísta que guardo e sigo. meu vei... não tem dentada de tubarão, encarada de ladrão que me faça parar e é com toda essa unha que vou marca-lo e prender todo vestígio de fuga sonora, pois gosto de pensar no silencio cantado, vários poemas ritmados quero ouvir, nada de zuada.. apenas a minha... ela é silenciosa.
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