Cambaleando sigo escutando todos os meus discos virtuais,
o som me dá um mata leão e agarra na mente e no coração,
as imagens que não consigo nem ver, nem ler são pra mim paranormais.
grito, finjo e digo que tenho que fazer mais que uma ação
Nas imagens posso vê um bosque a florescer na mata quente do amanhã indisposto
a primavera não prima por chegar e o que faço é apenas esperar e fritar
o gelo quente do mar seco, molha o chão e sopra o seco
só sobra o que era pra sobrar, o sal e o sol.
No verão eu creio que todos verão que o que vou ver é visível
tempestades solares e eclipses só pra se transformar em lenda
muita massa e aceleração, puxam meus desejos elementares
mas me ergo, meio que cambaleando consigo chegar e balbuciar:
Cheguei, vou ficar.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Jonas, o sequestrador.
Olha é o Jonas, ele não sabe o que quer... ele apenas quer.
Ei, olha ele te caçando,
Olha ele te querendo,
Amando, pensando.
Eu sou Jonas,
Não sei poetar...
As estruturas do poema... Nunca domei essa arte e é por causa disso que desde já escreverei em prosa, acho mais confortável e permite a musicalidade de umas rimas que sequestro do ar. Até dizem que a minha abordagem me garantem alguns prêmios de resgate, mas a minha maior exigência é a imprensa do teu olhar, o relatório de teu sussurro durante o puxão de cabelo, o suor depois da transa e o numero do teu telefone no meu Nokia velho... e ao invés de rimar, eu quero sequestra a ti e a todos os teus átomos te quero pra sempre, nem que em lembrança, quero te carregar pra todos os lugares! Mas não te quero por querer, te quero por vontade de não te ter só pra mim, é um egoismo não correspondido e compartilhado. Quero ser a alforria de teus desejos e o cigarro da tua vontade.
Prazer, Jonas.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
o tudo e tu.
Tudo para.. Tudo exita... O tudo não quer roubar o brilho da tua passagem por mim e apenas pra mim, se por ventura encontrasse o tempo eu pediria pra ele parar e faria esbarrar no rasto de sorriso que escapa de tua boca! o silencio chamando o vácuo e o tempo parado querendo roubar os teus passos para o leilão. Apenas me restam dois cigarros molhados pela chuva de lagrimas que escorrem do céu ao te ver distante. meu esqueiro o tempo levou, me deixando com essa vontade estupida de entorpecer as vontades e maquiar a falta que o toque de teus lábios podem me dar, maldito tempo.. queria essa maquiagem.. detesto não ter o rosto marcado pela fúria da nossa cama, quero carregar as marcas... mas não dá! Quase como em um tango você se afasta e me deixa, levando com si seus beijos e suas marcas.. não te caço, te deixo partir e proclamo eu mesmo: Tudo.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Egoismo
Quente, frio, ardente, procurando a vontade de se mover, caçando o ar e estraçalhando o ontem! Os passos que dou me levam pra alguma direção, eu sei, mas não quero sabe para onde, pois para cada caminho que escolho os traços do artista se revelam nos detalhes que, sinceramente, não faço questão nenhuma de ver... Só quero meu sorriso, meu suor e minha barba mimada, quero o mundo pra mim, quero o céu só pra desenhar , a água pra me banhar e as estrelas para fazer de degrau e ver todas as possibilidades de cima.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Amanhã Também.
Enfim sentado e sendo iluminado pela tela do computador... Tento começar a escrever, mas agora com uma vontade que foi alimentada pela mais bela de todas as palavras e regadas por acordes que acordam até o ultima gota poética que habita o interior seco do céu da minha boca, não sei bem como escrever e só sei que tenho que colocar por extenso toda a unidade de pensamentos que cercam meus dedos.
É que não consigo acompanhar a sombra da nuvem, nem crescer como a noite, renascer como o dia é impossível a essa hora! Queria eu ser fênix, queria era é voltar e não perder a sessão da tarde, queria chegar na hora... eu apenas queria, mas oque eu quero é um beijo teu, um cafuné e quem sabe um arranhão nas costas, quero teu cheiro, passar a mão sobre teu rosto e beijar a tua barriga. Sem mistério eu me estendo até os sonhos e lá consigo montar a solidão a dois, onde a cada troca de olhares o mundo seca e de gente só sobra a gente, onde o distante fica perto e o agora dura que só a bixiga. É isso que eu quero, quero é o tempo parado e tu se movendo em minha frente e o resto ao teu redor eu nem ligo, só quero te tocar e te achar perante toda luminosidade do sorriso teu...
Eu acordo e tento voltar para esse sonho, quero matar todo empecilho que a vida insiste em colocar, quero pular toda barreira que surge quando tento te ter! Pulei! Chega dessa palhaçada te quero é agora e amanhã também!
Pois nem que eu precise domar os céus, apagar toda chama que existe na terra ou secar qualquer oceano! eu vou ter você pra mim assim como o pulmão tem ao ar! e se o ar faltar terei você pra quem respirar.Serei fénix se precisar e se não precisar eu renascerei.
É que não consigo acompanhar a sombra da nuvem, nem crescer como a noite, renascer como o dia é impossível a essa hora! Queria eu ser fênix, queria era é voltar e não perder a sessão da tarde, queria chegar na hora... eu apenas queria, mas oque eu quero é um beijo teu, um cafuné e quem sabe um arranhão nas costas, quero teu cheiro, passar a mão sobre teu rosto e beijar a tua barriga. Sem mistério eu me estendo até os sonhos e lá consigo montar a solidão a dois, onde a cada troca de olhares o mundo seca e de gente só sobra a gente, onde o distante fica perto e o agora dura que só a bixiga. É isso que eu quero, quero é o tempo parado e tu se movendo em minha frente e o resto ao teu redor eu nem ligo, só quero te tocar e te achar perante toda luminosidade do sorriso teu...
Eu acordo e tento voltar para esse sonho, quero matar todo empecilho que a vida insiste em colocar, quero pular toda barreira que surge quando tento te ter! Pulei! Chega dessa palhaçada te quero é agora e amanhã também!
Pois nem que eu precise domar os céus, apagar toda chama que existe na terra ou secar qualquer oceano! eu vou ter você pra mim assim como o pulmão tem ao ar! e se o ar faltar terei você pra quem respirar.Serei fénix se precisar e se não precisar eu renascerei.domingo, 9 de fevereiro de 2014
ser perder por dentro. ( Parte I )
Abra as janelas pois o estouro da minha mão na tua cara precisa de espaço.Não aceito o não da parede, quero o sim do horizonte, o reflexo da lua, quero a dor da brisa barrada, quero amor das nuvens! Preciso querer dançar, andar, pular, comer... meter, não ter, te ter... eu quero o sol pra dar uma abraço e queimar a cara, chamuscar o peito e perder a vida dentro da vida. Com os olhos encandeados olho pra dentro e vejo o labirinto sonoro que habita o interior de mim, com ajuda do Frevo Mulher, do Garoto de Aluguel eu vou procurando o Malungo que me falou de um Maracatu que é de Tiro Certeiro... a merda é que fica longe pra caramba, lá na Manguetown... tem que atravessar a Ponte que fica perto da casa do Homem dos olhos de raio x e pense num cabra apaixonado por uma tal de Risoflora que pede pedágio nessa ponte, mas eu fui e de lá dava pra ver todas as Lavadeiras que era de brilhar o olhos, ver o peito esquerdo escapando do vestido florido... minha Filha disse que a Ciranda de Maluco ficava antes do Trabalho de Magnolia e dava até pra encontrar com Miss Apple e Zé Pilantra, mas lembrei que era quinta e ele foi pra o cabaret dançar um Pagode Russo que era na medida... cheio de moças... penas que elas são inddie... Putz! tenho que parar de pensar logo e aproveitar que Ainda é Cedo e dá pra dar uma volta observando a Ilha de longe. Fui com minha Caloi colorida e vi o Tempo passar na minha cara... a tal Risoflora me pediu um e trinta pra passar na ponte enferrujada e cheia de buracos traiçoeiro, eu dei. queria chegar nesse maracatu de uma tonelada e ver todo aquele Sangue de Bairro e as Crianças de Domingo brincando de Corpo de Lama....
Eitcha.
Eitcha.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Papa noite.
Rasguei o céu e ofendi e com palavras ofendi a madrugada... não consigo pensar direito pois a imagem de gota cobriram meus olhos e só pude ouvir o tocar dos trovões arrepiando até o ultimo eu dentro de mim... depois de passar a manga da camisa azul de mau gosto.. mas deu pra tirar a agua dos olhos ai eu pude ver o convite... os relâmpagos vindo dizer que a dança já vai começar, me arrepio, vejo que o céu antes negro agora habita os mais belos dançarinos : Os raios que desafiam a noite cortando o sorriso amarelo dela, anunciando a vitoria sobre o céu pálido e atônito com a lapada elétrica arrancando todo os dentes de leite e puxando o próximo da fila de Darwin desde o inicio da chuva... dizem que a noite é uma criança esse espetáculo é seu bicho papão, enfim desperto e quase esperto tento escrever. está ai.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Acorde os acordes.
Já andei por todos os lugares procurando em cada som a voz, não consigo pois de longe escuto o estrondo da bala, algumas gramas de raiva viajando em alta velocidade, que infelizmente ela bate na parede e fica... fiquei sabendo que o ódio por essas bandas não gosta de vermelho e ela não quis manchar a decoração da nova sala que acabo de comprar na Insinuante, lembro que a vendedora de olhos verdes se insinuou pra mim, um sofá novo com apenas um lugar que sei que vou gastar, uma tv que passa sempre lagoa azul, uma mesa com mais de uma lugar e que estou a alugar os outros pra dividir um manguzá que não vou comer pois não curto manguzá... e se olhar bem tem bem lá ao fundo pode-se ver o buraco do disparo e de longe posso sentir nos ouvidos um acorde distante da sinfonia da pólvora enfurecida por todo preconceito sofrido... mais raiva disparada, mais marcas pra emassa no fim do ano... pois tenho visitas ilustres... todas as decepções e vitorias trocam presente com os pés no centro de vidro quebrado... Bem sóbrio o amor segura uma Cereser, mas não quer dividir o estourar de tampa batendo na lampada e nem a embriagues futura.
Voltando a bala, eu ignoro e volto a procurar aquele acorde que estava faltando nessa obra.. agora sinto um cheiro de queimado e vejo por instantes a terceira bala no ar... só que agora a bala quis tocar um violãozinho e mostrar que é capaz de acordar aquele acorde! enfim acho o que procurava, agradeço ao atirador raivoso ,pois sei que essa bala não era perdida! Enquanto volto a varrer o chão.
Voltando a bala, eu ignoro e volto a procurar aquele acorde que estava faltando nessa obra.. agora sinto um cheiro de queimado e vejo por instantes a terceira bala no ar... só que agora a bala quis tocar um violãozinho e mostrar que é capaz de acordar aquele acorde! enfim acho o que procurava, agradeço ao atirador raivoso ,pois sei que essa bala não era perdida! Enquanto volto a varrer o chão.
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