quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Jonas, o sequestrador.

Olha é o Jonas, ele não sabe o que quer... ele apenas quer.
Ei, olha ele te caçando,
Olha ele te querendo,
Amando, pensando.

Eu sou Jonas,
Não sei poetar...
As estruturas do poema... Nunca domei essa arte e é por causa disso que desde já escreverei em prosa, acho mais confortável e permite a musicalidade de umas rimas que sequestro do ar. Até dizem que a minha abordagem me garantem alguns prêmios de resgate, mas a minha maior exigência é a imprensa do teu olhar, o relatório de teu sussurro durante o puxão de cabelo, o suor depois da transa e o numero do teu telefone no meu Nokia velho... e ao invés de rimar, eu quero sequestra a ti e a todos os teus átomos te quero pra sempre, nem que em lembrança, quero te carregar pra todos os lugares! Mas não te quero por querer, te quero por vontade de não te ter só pra mim, é um egoismo não correspondido e compartilhado. Quero ser a alforria de teus desejos e o cigarro da tua vontade.
 
Prazer, Jonas.

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